Um ato aparentemente inocente, sem muitos interesses, apenas para facilitar uma possível interação, transformou-se num buraco negro engolindo praticamente tudo o que compõe o dia a dia que pretendia ser corrido, mas normal.
Was ich kann und was ich könnte? Weiß ich gar nicht mehr.
Eu acordo, vou trabalhar, depois vou pra faculdade, volto pra casa e vou dormir. Simples. Rotina acertada e mantida com certa regularidade.
Mas e os espaços em branco entre uma ação e outra? Neles eu me perco e tento me encontrar, às vezes consigo, mas na maior parte das vezes é como se eu apenas olhasse pra um imenso e denso vazio.
Gib mir wieder etwas schönes, sieh mich aus dem Meer.
E um ato totalmente inocente, calculado mas inocente, juntou-se aos pequenos pedaços de [in]sanidade que são sugados pra dentro do buraco negro e perdem-se no meio da escuridão do vazio que é próprio destes fenômenos.
Kannst du mich schreien hören? Ich bin hier allein!
Aber ich höre nicht dich anrufen. Weil du nicht mir anrufen wirst.
E eu SEI disso.
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