quinta-feira, 6 de junho de 2013

Fünf.

Um ato aparentemente inocente, sem muitos interesses, apenas para facilitar uma possível interação, transformou-se num buraco negro engolindo praticamente tudo o que compõe o dia a dia que pretendia ser corrido, mas normal.

Was ich kann und was ich könnte? Weiß ich gar nicht mehr.

Eu acordo, vou trabalhar, depois vou pra faculdade, volto pra casa e vou dormir. Simples. Rotina acertada e mantida com certa regularidade.

Mas e os espaços em branco entre uma ação e outra? Neles eu me perco e tento me encontrar, às vezes consigo, mas na maior parte das vezes é como se eu apenas olhasse pra um imenso e denso vazio.

Gib mir wieder etwas schönes, sieh mich aus dem Meer.

E um ato totalmente inocente, calculado mas inocente, juntou-se aos pequenos pedaços de [in]sanidade que são sugados pra dentro do buraco negro e perdem-se no meio da escuridão do vazio que é próprio destes fenômenos.

Kannst du mich schreien hören? Ich bin hier allein!


Aber ich höre nicht dich anrufen. Weil du nicht mir anrufen wirst.


E eu SEI disso.

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